sexta-feira, fevereiro 10, 2012



TISANA


Jamais desejo me entender com exatidão...



No eito da noite,
dou meia volta,
contemplo,
errôneas palavras
que escoam no fluxo
do vento
como corrente d’água
escorrendo na face
lisa da noite lunar,
como secreção
no teu sexo
latente
quando afogo-me
no teu gozar...



Luciano Fraga

5 comentários:

Adriana Godoy disse...

Luciano, que forte esse teu gozo. Arrebentou, poeta, com força e poesia, beijo.

MIRZE disse...

Belo, poeta e amigo!

Esse fica para a história.

Beijos

Mirze

Lua disse...

Delícia...com ou sem gozo.
issso que é poema!
bjss.

Braga e Poesia disse...

o gozo é como uma clandestinidade serena e a noite a transversalidade por onde circula sem peso o clandestino.
A poesia estrada circulante por onde perpassa a saida de poetas e amantes.

guru martins disse...

...pois é meu prezado
prossiga...

abç