domingo, maio 04, 2008

Ruela - Artísta plástico
http://neoartes.blogspot.com/



ser nunca e ser um pouco mais. irromper-te em rosas pelo anoitecer.
receber da terra o vento parado. saber que há outro mar. cíclico.
outra fonte. cálice. de falésias e regaços. imemoriais.
e ter na garganta o polén do teu olhar.
presença que é pulso
e bálsamo. mel. ser a tácita consciência de um céu humilde e a
lágrima fértil.

Isabel Mendes Ferreira



2 comentários:

CACHORRO VADIO MORTO EM NOITE CHUVOSA disse...

Muito bom!

Ruela disse...

muito belo este poema da Isabel,

um abraço.